Gabriel, é uma grande honra ter você em nossa página, eis “O Maquinista do Tempo”:
O Maquinista do Tempo ( Faustho)
Hoje embarquei bem cedo num trem na velha estação.
Meu coração seguindo os trilhos em outra direção.
O maquinista toca o sino do tempo, a Locomotiva já vai saindo.
Vejo a cidade se despedindo.
Sobre o solo destas terras cansadas, uma antiga mata viva morava.
Um canavial tão amargo de se ver é o que sobrou.
Um Ribeirão toca para o infinito, num batuque constante indefinido,
numa melodia ancestral.
Surgindo da pureza das águas em cada grão dessa estrada. O novo dia que sempre amanhece, as cicatrizes que sempre esclarecem que tudo está onde devia sempre renascer, no ventre do povo.
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
http://www.youtube.com/user/ProducaoCesarDi
Grande abraço.