VulgoQinho&OsCara, eis “O Maquinista do Tempo”:
O Maquinista do Tempo ( Faustho)
Hoje embarquei bem cedo num trem na velha estação.
Meu coração seguindo os trilhos em outra direção.
O maquinista toca o sino do tempo, a Locomotiva já vaisaindo.
Vejo a cidade se despedindo.
Sobre o solo destas terras cansadas, uma antiga mata vivamorava.
Um canavial tão amargo de se ver é o que sobrou.
Um Ribeirão toca para o infinito, num batuque constanteindefinido,
numa melodia ancestral.
Surgindo da pureza das águas em cada grão dessa estrada. Onovo dia que sempre amanhece, as cicatrizes que sempre esclarecem que tudo estáonde devia sempre renascer, no ventre do povo.
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http://www.youtube.com/user/ProducaoCesarDi
Grande abraço.